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em 20/dez/2013 - Sem Comentários

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Dia do Farmacêutico

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em 20/jan/2013 - Sem Comentários

Dia 20 de janeiro é comemorado o Dia do Farmacêutico. A Universidade Cruzeiro do Sul gostaria de dar os parabéns para todos os seus alunos formados em farmácia e para os que logo se tornarão farmacêuticos.

Confira o infográfico especial criado com a história da profissão:

Tempos modernos: do caos à criatividade

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Regina Tavares

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em 30/abr/2012 - 12 Comentários

Provavelmente, após ter lido o post anterior sobre trabalho e empregabilidade, as opiniões se dividiram: alguns de vocês julgaram a mensagem extremamente pessimista, enquanto outros vislumbraram novas formas de alcançar um lugar ao sol no mercado de trabalho. Pasmem! O cenário é mais favorável do que parece. É na crise (ou até no caos) que novas soluções criativas emergem e provocam verdadeiras revoluções.

O físico Ilya Prigogine ganhou o prêmio Nobel ao afirmar entre outras premissas que a ordem tem sua origem no caos, na crise. E se é verdade que as relações entre ordem e caos são mais complexas do que se supõe, então o desenvolvimento da ciência, da economia e das empresas não é linear. Ora o que já não foi criado a partir de um problema? Pense em objetos, processos, soluções, cargos, serviços etc. A crise é relevante para a própria evolução da humanidade.

Tomemos como exemplo a crescente complexidade do mercado de trabalho globalizado que, apesar de destruir empregos mecânicos e repetitivos, gera novas necessidades e funções que serão atendidas por pessoas conscientes deste universo instável e inquieto. Esta é a nova economia e a palavra do momento é criatividade.

Cientistas já admitem que a intuição, a emoção e, principalmente, a criatividade acompanham a lógica e o raciocínio metódico. A partir desta nova visão de mundo, as equipes de trabalho tornaram-se mais interdisciplinares e criativas. O desenvolvimento de uma rede conceitual e interativa entre economia, engenharia, psicologia, política, comunicação, entre outras áreas pode ser muito mais útil do que cada um na sua atuando de forma isolada em prol de questões universais como o aquecimento global.

A formação acadêmica na atualidade – inclusive na Universidade Cruzeiro do Sul – deve construir um novo significado para o trabalho. A ideia é profissionalizar-se sob um propósito emancipatório, transformador e revelador, afinal, a aceitação da realidade como ela é ou a passividade diante da crise enfrentada pelo mundo indicam uma vitória do pragmatismo e devem ser questionadas em um dos espaços propícios à reflexão: a Universidade. O estudante deve refletir sobre sua condição determinante na história. O seu trabalho é, sem dúvidas, a sua missão de vida. Pense nisso e crie novos estímulos para sua atuação profissional. Inté!

PROCESSO SELETIVO: VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

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Regina Tavares

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em 21/nov/2011 - 10 Comentários

Dinâmica em grupo

Em posts anteriores falamos da importância do currículo para o processo seletivo na atualidade, hoje trago uma discussão sobre as demais etapas de seleção, são elas: dinâmica em grupo e entrevista. Você está preparado para encará-las?

Provavelmente, você deve conhecer alguém que adora e outro que simplesmente não suporta participar de dinâmica em grupo, ou seja, daquela ocasião em que se é empenhada avaliação do comportamento e das características pessoais dos candidatos para uma determinada vaga. Pois bem, está é uma das etapas mais importantes de um processo seletivo para ingresso em organizações de diferentes ramos e portes.

Neste momento do processo seletivo, vale dizer que serão selecionados os profissionais que melhor se adaptarem à cultura da empresa, à vaga etc. Sendo assim, quando você não for aprovado em um processo seletivo, em especial, numa dinâmica em grupo, esteja ciente de que você não é inferior ao candidato aprovado, apenas tem o perfil adverso daquele que o empregador idealizou. Se há alguma dica? Seja participativo, respeite os demais envolvidos e não se preocupe em eliminar os concorrentes.

As fases da dinâmica são:

• Apresentação
• Aquecimento
• Atividade principal

Na última fase da dinâmica em grupo há muitas formas de abordagem, as principais são:

1. Execução (Realização de determinada tarefa)
2. Comunicativa (Atenta-se à forma de expressão comunicativa e ao nível de atualização do candidato)
3. Situacional (Remete ao cotidiano da empresa ou a reflexão de melhores condições de trabalho na empresa)
4. Irreverente (Recorre ao humor para atingir objetivos específicos)

Geralmente, o avaliador observa:

• Trabalho em equipe
• Relacionamento interpessoal
• Integração
• Motivação
• Auto-estima
• Postura
• Percepção
• Atenção
• Concentração
• Agilidade
• Solução de problemas
• Iniciativa
• Pró-atividade
• Comunicação
• Equilíbrio
• Criatividade
• Liderança

Muito bem! Você passou pela dinâmica em grupo e agora será avaliado individualmente durante uma entrevista. Se você chegou até aqui, deve saber que tem grandes chances de ser o candidato escolhido, contudo, deve ter alguns cuidados primordiais.

Entrevista

• Antes da entrevista

Pesquise sobre a empresa. Pode ser na internet, não há problemas. Mas, procure conhecer seu histórico, seus ramos de atuação, suas principais características.
Estude seu currículo. Geralmente, o empregador fará questões pontuais sobre seu currículo no sentido de atestar a veracidade deste. Portanto, estude-o e o tenha em mãos durante a entrevista.

• No dia da entrevista

Saiba o nome e o cargo do entrevistador, o local, a data e o horário da entrevista. Não se atrase! O ideal é chegar dez minutos antes da hora marcada. Vista-se de acordo com o perfil da organização ou de sua profissão e por favor, desligue o celular. Isso mostra respeito e bom senso.

• Durante a entrevista

Esteja preparado para responder sobre sua pretensão salarial, disponibilidade para viagens e limitações de horário, perspectivas futuras, ambições e outras questões da mesma ordem. Evite comentários negativos ou queixas sobre o emprego anterior. Nunca “implore” pelo emprego. Seja simpático, positivo e demonstre entusiasmo em suas respostas.

As perguntas mais frequentes durante a entrevista são:

1. Por que você decidiu trabalhar na nossa empresa?
2. Quais são as suas principais qualidades?
3. Quais são os seus principais defeitos? Como você lida com eles?
4. Por que você saiu do seu último emprego?
5. Qual foi o ponto alto de sua carreira até agora?
6. O que você espera encontrar na nossa empresa?
7. Como você acha que poderia contribuir com a nossa empresa?
8. Você prefere trabalhar em equipe ou trabalhar sozinho?

Atente à comunicação não-verbal. Especialistas afirmam que 90% de nossa imagem pública dependem mais de como agimos e nos comportamos do que daquilo que realmente falamos. Fique atento para as orientações listadas abaixo e evite os erros mais comuns em comunicação não-verbal:

==> Gestos que conotem nervosismo e inibição;
==> Ajeitar a gravata;
==> Manusear chaveiro, caneta ou outro objeto;
==> Ajeitar o cabelo ou os óculos constantemente;
==> Coçar-se, pigarrear ou bocejar;
==> Movimentar as mãos excessivamente;
==> Mascar chiclete ou roer as unhas;
==> Consultar excessivamente o relógio.

Ao final da entrevista, pergunte sobre as próximas etapas do processo.

• Depois da entrevista

Envie uma carta de agradecimento após o processo seletivo, faça com que o empregador lembre-se de você em outros processos seletivos.
Bom, depois desta maratona de avaliações, basta ficar na torcida pela conquista da vaga.

Inté!

E aí, dotô?

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Marcelo Paes Barros

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em 16/set/2011 - 8 Comentários

Meus amigos, esta matéria aventurar-se-á (mesóclise, faz tempo que não a uso!) em um  curioso universo de vaidades, de prepotência, mas também de dedicação. Quem é, efetivamente, Doutor? Antes de responder, quero deixar claro que não defendo a atribuição de título de “Doutor” para este ou aquele profissional, antes que vocês venham querendo me queimar na fogueira! Em uma rápida busca na internet, li inúmeras frases radicais e infladas como: “Doutor é quem fez doutorado”, “Respeite sempre o Dr. Advogado” e por aí afora.

Dá para imaginar a controvérsia gerada: enquanto uns se baseiam em emendas federais de órgãos de saúde, outros citam decretos imperiais de mil oitocentos e bolinha e outrém se alicerça na própria força do hábito. Na verdade, o questionamento de quem realmente é “Doutor” vem desde a época de fundação das mais primórdias universidades medievais (estamos falando do séc. XI!).

No Brasil, a designação de “Doutor” é mais que deturpada, graças à herança serviçal deixada pelos portugueses desde a época colonial. Se você perceber bem, o manobrista de qualquer restaurante te chama de doutor, sem sequer você mencionar sua especialidade ou formação. O mesmo tratamento é utilizado pelo ascensorista do seu prédio, por exemplo. Até em novelas (sic!), sempre há um tal Dr. Almeida, empresário impetuoso e agressivo vestido com alinhadíssimos ternos italianos e gravatas de seda javanesa. Como se isso (a bonança) fosse o pré-requisito para tal designação/título.

Sempre foi uma fogueira de vaidades. Originalmente, com base nas instituições européias, existiam somente quatro tipos de títulos: bacharel (B.Sc.), licenciado (L.Sc.), mestre (M.Sc.) e doutor (em Ciências Filosóficas, Ph.D., incluindo Química, Astronomia, Física, Filosofia, etc). Contudo, com a grande força da Igreja e o avanço das ciências médicas impulsionaram a criação de outros títulos: Divinitatis Doctor (D.D.), doutor em Teologia, e Medicinæ Doctor (M.D.), o Doutor em Medicina. Com o crescente desmembramento das ciências humanas, biológicas e exatas, as instituições acadêmicas mais tradicionais e conceituadas estabelecem hoje mais de 50 títulos diferentes, conforme a formação em Graduação concluída e os títulos obtidos na pós-graduação. Por exemplo, um dentista formado que também concluiu seu mestrado e doutorado, deveria oficialmente assinar: Fulano de Tal, DDS, M.Sc., Ph.D. Tais designações são poucas vezes respeitadas no Brasil, gerando tanta confusão. E digo mais, oficialmente só é Professor (no sentido estrito da palavra, o “Herr Professor” na Alemanha, por exemplo), quem concluiu a Livre-Docência, último título acadêmico possível. Curiosamente, ouve-se com certa frequência, por exemplo: “Meu professor de tênis” (e não, instrutor, como deveria ser).

Quero concluir a matéria com uma boa história de um amigo que concluiu seu curso de doutorado em Física e voltou para sua cidade no interior da Bahia para uma grande “festa” com familiares e amigos. Ele disse que até a banda da cidade tocava na sua chegada! Ao interagir com os cidadãos, depois de tanto tempo de ausência (média de conclusão de um Doutorado = 5,2 anos!), não sabia como responder à recorrente pergunta: “Afinal, Toninho, você é Doutor de quê? De cadeia, de ponte ou de doença?”

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