Conheça os finalistas do Concurso Prática da Escrita 2012

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em 19/nov/2012 - Sem Comentários

Clique aqui e veja se o seu conto foi selecionado.

Para aperfeiçoar sua leitura, escrita ou expressão oral.

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em 28/fev/2012 - 1 Comentário

Até o dia 29 de março, estão abertas as inscrições aos interessados em participar do Programa Universidade na Melhoria da Escrita e da Leitura – UNIMEL

A iniciativa é voltada A todos que têm dificuldade ou desejam aperfeiçoar-se no campo da leitura, escrita e expressão oral.

As aulas-oficinas serão ministradas aos sábados, das 13h às 15h, com início previsto para o dia 2 de abril.

Os interessados deverão fazer inscrição, pessoalmente, no Mezanino do bloco C, do campus São Miguel, entregando xérox do RG e do comprovante de residência.

Para mais informações, ligue: 2037 5758.

Dia 3 de março participe do V Encontro Prática de Escrita. Inscrições gratuitas.

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em 28/fev/2012 - Sem Comentários

No dia 3 de março, o campus Liberdade sediará o V Encontro Prática de Escrita.

Poderão inscrever-se ao evento pessoas que apreciam a literatura e também tudo o que está relacionado à prática da escrita literária. A programação trará mesas com palestrantes, que discutirão assuntos do universo literário e oficinas de estudo e criação.

Clique aqui, confira a programação e faça a sua inscrição gratuitamente.

Concurso Prática da Escrita

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em 28/fev/2012 - Sem Comentários

Até o dia 30 de maio, alunos da graduação e Pós-graduação da Cruzeiro do Sul poderão inscrever-se no Programa Prática de Escrita – Antologia de Contos 2012.

Nesta edição o programa premiará textos inéditos em prosa, escritos em língua portuguesa. Cada concorrente poderá participar com apenas uma obra em prosa e os vinte melhores textos serão publicados em uma antologia pela Terracota Editora, parceira do programa.

Gostou da ideia? Então o que você está esperando? Pegue caneta e papel e comece a escrever o seu conto.

Clique aqui e leia o regulamento do concurso.

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA EM LIVRO DIDÁTICO: O QUE FAZER

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Carlos Augusto Andrade

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em 20/mai/2011 - 16 Comentários

Criou-se, nesta semana, uma grande polêmica em relação ao uso de outras variações lingüísticas (culta e coloquial) em livros didáticos. Algumas pessoas, a maioria não especialista em língua, saiu em defesa do uso somente da chamada norma culta, língua exemplar ou padrão em função das futuras exigências que serão realizadas em vestibulares ou concursos que os estudantes possam vir a prestar.

Alguns professores que trabalham com variação tentaram explicar a diferença entre língua oral e escrita, apontando, inclusive o caráter multifacetado e heterogêneo da realidade linguística. No entanto, parece-me que as pessoas não estão entendendo muito bem o que foi dito por eles.

Pergunto eu, todas as pessoas que criticam o livro que aborda a questão levantada sobre a linguagem coloquial, já foram ao cinema? E lá, assistiram ao filme, ou o filme? Em todos os lugares em que vou por esse Brasil, dificilmente ouvi alguém dizer: “assisti ao filme”, lembrando que assistir no sentido de “ver” é transitivo indireto. Eu poderia dizer “assisti o doente”, ou seja, prestei assistência a ele – aqui sim um objeto direto como complemento do verbo.

Livros didáticos, como o próprio nome indica, devem ser preparados para ensinar algo. Todo conteúdo arrolado neles tem uma intencionalidade. E deve servir a um propósito educativo. O exemplo dado “mas eu posso dizer os livro” é um enunciado que se ouve muito, assim como “vinhemo”, “vortemo”, questões que fazem parte da oralidade de comunidades linguísticas.

Acho que irei ao cerne da questão, fazendo uma pergunta e tentando respondê-la ao mesmo tempo. Para que se ensina Língua Portuguesa a falantes dessa língua? Se ao me comunicar, atendo as necessidades de interação, pois sou falante de uma língua, não precisaria estudá-la, pois já a conheço. Na verdade, ao estudar a língua materna na escola, o aluno está justamente refletindo sobre uma de suas variantes – a de prestígio, ou seja, a norma culta. Por quê? Para conhecer as diversas realizações linguísticas possíveis em seus variados contextos de produção, com a finalidade de interagir sem ser discriminado. Evanildo Bechara, em seu livro Gramática: opressão ou liberdade, acentua que a escola deve preparar o aluno para ser um poliglota da sua própria língua, é isso.

Em relação ao livro didático, objeto da polêmica, parece-me que ele não diz que o estudante deva escrever daquela forma, mas que ela é uma realização possível dentro da língua. É importante que o conteúdo deixe explícito, inclusive, a possível discriminação que ele sofrerá, dependendo do lugar (contexto) em que realizar aquele enunciado.

Não há o bom ou o mau português, como dissemos no início há variações linguísticas que devem ser respeitadas enquanto manifestações de língua que surgiram na formação da Língua Portuguesa no Brasil por uma série de questões que não caberia nesse momento discutir.

Para evitar qualquer problema de ações futuras, devido aos exames que os estudantes poderão realizar, basta em todos os editais explicitar qual será a variação linguística objeto da prova. Uma vez explicitada a questão, vale o que meu avô dizia: “o acertado não sai caro”.

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