Por Carlos Andrade

Muitas pessoas se acomodam na vida. Elas procuram o mais fácil, o mais tranquilo, a chamada zona de conforto.

Caminhar sem ousar é como dirigir uma bicicleta de rodinhas, não há tombos, muito menos desafios.

Quando não ousamos, insistimos em ficar no mesmo lugar. A zona de conforto parece ser boa, mas ela nos limita, leva-nos ao tédio avassalador.

Uma experiência de ousadia é necessária para que a visão cruze os limites do possível. Já ouviram falar no horizonte longínquo? Aquele que não consigamos enxergar se mantivermos a mesma posição? Então, caminhar para lá pode ser uma saída para o tédio, dando nos força para deixar as mesmices de lado.

É isso, precisamos pensar em tornar o impossível, possível, sem demagogia… apenas com muita perseverança e ação. Quem sabe dessa maneira, cooperamos para fazer o mundo caminhar diferente, com mais efusividade.

Pense em como fazer diferente e deixar de fazer como todo mundo faz… vamos lá!!!!

Chaplin, a esse respeito disse: “Perca com classe, vença com ousadia, por que o mundo pertence a quem se atreve”.

Vou compartilhar algo com vocês, por favor, não espalhem (rs). Comecei a fazer coisas novas, tais como: escrever buscando a melhor palavra, amar cada vez mais, academia, natação, colecionar playmobil (kkkk), a vida vale a pena, merecemos ter experiências fantásticas. Faça suas escolhas e modifique algo esta semana…

Sejamos vencedores…

3 respostas para “Construindo possibilidades”

  1. Poxa, professor… Também tô com esse espírito!! Ultimamente ando ousando mais, me divertindo mais, ando aproveitando o que a Vida me trás e aquilo que só há nela quando corro atrás. Admito que ter essa atitude é difícil, a Vida não é fácil, é dura, por vezes injusta, é um soco na cara a cada palavra mal colocada. Porém, ela ainda vale a pena, e muito! Acho curioso querer ser assim, perceber isso em mim, no senhor e talvez na pessoa aí que lê esse comentário, pois a gente só se dá conta dessa necessidade quando atingimos mais idade. Eh, viver só faz sentido àquele que vive vi(vendo). Forte abraço, mestre!!

    • Carlos Andrade disse:

      Oi Bruno, que bom que fez o comentário. Muitas vezes, a idade vai nos fazendo mais ousados, mas tenha certeza que nos dias atuais, nem sempre isso acontece. As pessoas ficam com medo de ousar e não serem bem sucedidas. Acho que vale a pena desenvolver novas possibilidades. O ato criativo é para poucos, e sei que a ousadia uma das nuances desse ato.
      Abraços
      Carlos Andrade

  2. Alexandre Batalha disse:

    Caro professor
    Em um mundo extremamente competitivo e rápido, onde cada vez mais temos que buscar algo lá no fundo para podermos superar os obstáculos mais adversos do dia-a-dia, somente com o espirito de luta com carga máxima, não dá pra ficar sempre com “meia carga”, costumo dizer “meia carga” meio amor, meio trabalho, meio estudo, meio relacionamento, meia humildade e por aí vai….e também sempre com energia focada, pois, ousar, criar,ser um profissional formador de opinião e com carácter é algo que no meu ponto de vista pessoal se alicerça nos valores FAMILIA e DEUS.

    abraços
    Alexandre Batalha

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